A ESCOLA, A FILIAÇÃO, FORMAÇÃO E EXAMES.

SKIF – SKICB – Escola de Karate Wankan – João Pessoa – Paraíba – Brasil – 2010

A Wankan Escola de Karate

     Fundada em 5 de novembro de 1995.

Pessoa Jurídica legalmente registrada como Associação Esportiva

Entidade de prática desportiva,

integrante do Sistema Nacional do Desporto,

de acordo com o Art. 2 º. inciso II e Art. 13, Parágrafo único,

inciso VI da Lei n.9.615 de 24Mar1998.


   Entidade de ensino e treinamento do KARATE-DO BU-DO,

vinculada às duas mais conceituadas Organizações de estilos do

KARATE-DO TRADICIONALISTA JAPONÊS:

–  SKIF – “Shotokan Karate-Do International Federation”;

–  IKGA – “International Karate-Do Goju Kai Association”.


 

A Escola de Karate Wankan é uma certificadora autorizada pela

Entidade representativa da SKIF no Brasil, a SKIF-BR, sendo representante

da mesma no Estado da Paraíba, podendo formar Faixas Pretas —

YUDANSHAS e   Instrutores de Karate-Do Shotokan Internacional,

os quais  prestam exame diante das bancas examinadoras

credenciadas pela Organização de Estilo SKIF-BR.


Seus integrantes formam uma Família Wankan.

Atuando em João Pessoa desde 05 de novembro de 1995,

Nosso lema tem Sido

Seriedade – COMPETÊNCIA – DEDICAÇÃO – RESPEITO! 

 

 


INSTRUTOR – CHEFE

 Shihan

 ARISTARCHO PESSÔA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE NETO

6 º. DAN SKIF/Japão 60305, SKI_YUDANSHAKAI 55-063

 Coronel Pára-quedista do Exército Brasileiro

Bacharel em Ciências Militares, Mestre em Operações Militares

Especialista (Pós-graduado) em Treinamento Desportivo

Representante da Shotokan Karate-Do International Federatio brasil – SKIF-BR

INSTRUTORES

Sensee
Shidoin 
DANILO ASSIS NOBRE DOS SANTOS SILVA
– 4 º. DAN SHOTOKAN SKIF e 1º. DAN GOJU RYU IKGA
Seipai
Jun-Shidoin
 
GUILHERME FERNANDES DANTAS MARTINS
– 3 º. DAN SHOTOKAN SKIF
Seipai
Jun-Shidoin
BÁRBARA LUCENA GUEDES PESSÔA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE
– 2 º DAN SHOTOKAN SKIF E 1 º. DAN Goju Ryu IKGA. 
                                               HÉLIO LIMA CORREIA
                                                               – 2 º DAN SHOTOKAN SKIF
 

  O Compromisso 

“A TRAJETÓRIA DA ESCOLA DE KARATÊ Wankan,

protegida por Deus e impulsionada pelos

ideais e ações de seus professores, alunos e amigos,

acha-se comprometida com

o ensino de KARATE-DO BU-DO de nível superior,

A defesa do Caminho do Bem e da Verdade,

A busca Incessante da Melhoria do relacionamento entre as pessoas,

Colaborando para

o aperfeiçoamento de todos nós e de todos que possamos influenciar,

um fim de levar

uma comunidade, e o Brasil a Humanidade

um de seus destinos PAZ e de equilíbrio.

 Não apenas ser, mas intervir!!!

 

Shihan Aristarcho Pessôa, 05 de novembro de 1995.


 TODOS TEM Razões. Ninguém É Dono Da Razão.

O raciocínio humano interpreta as mensagens que recebe utilizando o mosaico de idéias já armazenadas em sua experiência de vida; ao fazer comparações, produz novas idéias que passarão a influenciar uma interpretações próximas.

O ponto de vista pessoal é fruto de uma análise, utilizando elementos Elaborada Construídos em diferentes trajetórias, elementos não identificados pelas outras pessoas. Portanto, naturalmente, duas pessoas ao tomarem contato com determinado estímulo, ao mesmo tempo, ter interpretações parecidas poderão, mas não idénticas. Respeitados Por isso, e para que haja equilíbrio entre grupos e pessoas, respeitam-se mutuamente diferentes pontos de vista, mesmo quando antagônicos, respeitando-se também o dever de não invadir os limites dos direitos dos nosso semelhantes, da mesma forma como desejamos ver os nossos. Ou seja, uma pessoa não pode alegar uma Obrigação de outros respeitarem seus pontos de vista para utilizá-los de forma anti – desarmônica e social.

Assim, as idéias Expressas aqui são aquelas integrantes da orientação que o Instrutor Chefe, Renshi Aristarcho, imprime às atividades da Escola de Karate Wankan, orientação que pode sofrer modificações Decorrentes da aquisição de novos conhecimentos, das experiências, dos ensinamentos trazidos pela própria convivência com alunos e seus familiares, e do amadurecimento que traz sempre uma idade “.


           A Formação, o Exame de Faixas Pretas ea Prática
      

     Os Exames de Faixas Pretas, Chamados também Exames de Dan,

         Exames de Graduações Superiores ou Exames de Yudanshas,

       Incluem os exames Prestados de Faixa Marrom – 1 º. Kyu

para Faixa Preta Shodan (1 º. Dan) e os exames Prestados

Já pelos Yudanshas para promoções aos graus superiores,

de Nidan (2 º. Dan) até Kyudan (9 º. Dan).

     Cada um tem estilo 10 º. Dan, o chefe do estilo.

 

O realizado Exame de Faixa Preta na Escola Wankan é normalmente

após 4 anos de treinamento e ininterrupto

 Inclui Curso Para Exame de Faixa Preta e Instrutor Nível I,

com duração de três meses horáriade carga e 60 horas,

Curso que antecede uma camada APRESENTAÇÃO FINAL,

Para a qual se espera que o aluno se Apresente já aprovado, e durante

o qual são ministradas matérias de cunho teórico e prático.

A FAIXA PRETA DE 1 º. GRAU, o 1 º. DAN,

Não é uma licença para ensinar,

mas sim uma licença para treinar!

A formação do Professor de Karate em nosso sistema TRADICIONALISTA

Inclui os treinamentos com mais graduados, uma prática de ensino,

uma conceituação sobre os resultados apresentados na formação de

Novos caratecas, ea participação em todas as atividades de

ensino, administrativas e desportivas Próprias do Karate.

Tal formação se consolida, não se completa, em cerca de 9 anos de

prática após o recebimento da Faixa Preta, passando pelas situações de

Instrutor Adjunto (durante seu tempo de Nidan),

Instrutor Titular (durante seu tempo de Sandan) e, finalmente,

Supervisor de outros Instrutores (a partir de Yondan – 4 º. Dan).

Além disso, Todo Faixa Preta DEVE TER UM professor mais graduado

ou mais antigo de quem siga os ensinamentos e as orientações.

       

Na atualidade, não se justifica que um Faixa Preta de Karate

Não busque os estudos eo máximo de conhecimentos sobre

Todos os assuntos que nas atividades POSSAM influir

de um instrutor, de um educador.

 

Um instrutor Nível I precisa ter nível de escolaridade equivalente

ao chamado Ensino Médio ou antigo 2 º. Grau.

Faixas Pretas Os jovens que pretendem dedicar-se ao ensino

Devem buscar o atingimento do grau superior,

Devem todos e adquirir conhecimentos sobre anatomia,

Fisiologia do Esforço, ginástica respiratória,

Alongamento e flexionamento, e Técnicas de Treinamento Desportivo.

Todo instrutor de karate precisa ter conhecimento prático,

atualizado, de Socorros de Urgência.

 


Entidades de Administração Desportiva,

 como Ligas, Federações e Confederações,

não são formadoras de Instrutores e Mestres de Karate-Do Budo,

que são formados somente pelos Mestres e pelas Organizações de Estilos.

As entidades de administração desportiva,

como o próprio nome está dizendo,

destinam-se a tratar e dirigir competições

e treinamentos voltados para competições

e treinamento de árbitros.

E não existe karate oficial!

Tais entidades são todas, sem exceção, entidades de direito privado,

não pertencentes a nenhum órgão governamental,

formadas pela vontade de seus associados

para atividades particulares regidas por seus estatutos particulares.

  Nenhuma delas pode, portanto, praticar um karate “oficial”,

um karate  “chapa branca”, que não existe, a não ser que se queira

 considerar como karate oficial , po rexemplo, o karate ensinado e praticado

como parte da formação da tropa pára-quedista do Exército,

afinal é praticado por um órgão imtegrante do Governo, este sim, oficial,

idéia essa tomada como exemplo mas também absurda.

 Portanto, devemos discordar e agir, esclarecendo entidades e pessoas

contra essa tentativa de estabelecer,através de propaganda e confusão,

uma idéia de superioridade que o próprio karate esporte  sabe que Não possui.

 

E, de acordo com os dispositivos legais vigentes no País,

o desporto, como direito individual,

 tem como um de seus princípios

a Autonomia,

“definido pela faculdade e liberdade de

pessoas físicas e jurídicas se organizarem

Para a prática desportiva “,

e a Liberdade,

princípio “expresso pela livre prática do desporto,

DE ACORDO COM CAPACIDADE  e interesse de cada um,

associando-se ou não a uma entidade do setor “

 

(Art. 2 º., Incisos II e IV da Lei N. 9,615, de 24 Mar 1998).

 


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